Heleno Bernardi também está na mira.
Ele estará em ação em setembro no Rio de Janeiro com a intervenção urbana Enquanto falo, as horas passam.
O que Roberto Magalhães e Vanda Mota tem em comum?
Ambos estarão no circuito não oficial porém obrigatório da Flip, em Paraty. Vanda e seu companheiro Luis Perequê promovendo algum evento de dança, música ou poesia e Roberto lançando um livro com suas pinturas recém editado, na cidade da cachaça. Não que a cachaça tenha alguma coisa com isso.
Já eu continuo com a heróica missão de registrar toda a obra do pintor. São 5 décadas de produção. E o pior (no melhor sentido) é que ele não para de produzir. Cada vez que eu vou lá ele já desenhou e pintou outros tantos.
Ainda bem que trabalhar dá o maior prazer.
Juliano Guilherme é um artista sem concessões para quem desenhar sempre foi tão necessário quanto respirar ou provar a maçã. Eu e meu parceiro Bruno Tavares fomos conferir a exposição na Lapa.
Rua do Resende 52 - fone 21 . 9374 0713 - terça a sexta, das 14h às 19h.
Falei que não havia photoshop no post anterior, mas eu preciso ser mais justo. - É uma questão de suporte: está num computador, passa pelo photoshop. O photoshop se tornou tão necessário quanto a fita crepe antes da era digital. E já então a fita crepe era tão importante quanto o filme.
Taí um serviço de utilidade pública. Foi uma descoberta que fiz com o pintor Roberto Magalhães. Trata-se da pior fita crepe do mundo. Portanto, se você precisa fotografar algo delicado, leve e frágil, recomendo uma fita com o menor grau de grudadura possível. Ela definitivamente não cola. Funciona perfeitamente.
Com photoshop e fita crepe, tudo fica bonito.